Por Fábio Valentim | 11 de julho de 2011 às 15:47 | @ Conselhos e Partilhas , Cotidiano , Politicamente Correto
| Não existe a pior prisão, que aquela que não tem muros, nem grades, e você nem se dá conta. |
Nesta sociedade, temos uma vaga sensação de segurança, mas por outro lado, a liberdade faz muita falta, quando predomina a segurança e o conforto, como se liberdade e segurança não poderem coexistir dentro de um mesmo espaço. Na verdade, é possível sim conciliar todos esses elementos, se existir um fator muito importante chamado respeito. Existindo o respeito, todos estarão livres em segurança, mas na vida real, não é bem assim que acontece na vida real. O que acontece, é que em nome do sossego e da segurança, nos privamos da liberdade, não de ir e vir, mas de pensar, se sentir e até mesmo de amar.
Logo, a nossa educação, baseada em sempre fazer o certo, onde predomina o certo e o errado, pois quem fizer errado, é passível de punição exemplar, uma punição que não ajuda a amadurecer e crescer, e sim provocar o temor às pessoas. Vemos relações surgirem baseado no medo e não no respeito. Não digo em medo de morrer ou de ficar enjaulado em um cubículo, mas de passar miséria ao longo de sua vida. Somos escravos das leis impostas oficialmente ou não e somos vigiados o tempo todo, onde você sempre estará cercado pelos agentes, ávidos pela justiça e sociedade "perfeita", o que seria impossível conseguir.
Não digo porém que temos a necessidade de vigiar o outro, pois não vigiamos o outro como forma de fazer crescer, na maioria para derrubar e para eliminar os concorrentes, que muitas vezes são os nossos "amigos" e pessoas que trabalhamos juntos, no intuito de conseguir coisas maiores. Temos o prazer de vigiar e punir apenas para derrubar as pessoas que nos incomodam e que nos atrapalham em nossos projetos maquiavélicos. É uma selva de pedra, onde um quer comer o outro.
Por fim, eu defendo uma nova sociedade, a de observar e educar. A sociedade que não estigma o conceito de certo e errado, mas de adequado e o inadequado. Nem sempre o certo é o adequado e nem sempre o errado é o inadequado. No fim de tudo, o respeito deve ser uma constante em todas as relações para que as mesmas se tornam harmônicas.
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Logo, a nossa educação, baseada em sempre fazer o certo, onde predomina o certo e o errado, pois quem fizer errado, é passível de punição exemplar, uma punição que não ajuda a amadurecer e crescer, e sim provocar o temor às pessoas. Vemos relações surgirem baseado no medo e não no respeito. Não digo em medo de morrer ou de ficar enjaulado em um cubículo, mas de passar miséria ao longo de sua vida. Somos escravos das leis impostas oficialmente ou não e somos vigiados o tempo todo, onde você sempre estará cercado pelos agentes, ávidos pela justiça e sociedade "perfeita", o que seria impossível conseguir.
Não digo porém que temos a necessidade de vigiar o outro, pois não vigiamos o outro como forma de fazer crescer, na maioria para derrubar e para eliminar os concorrentes, que muitas vezes são os nossos "amigos" e pessoas que trabalhamos juntos, no intuito de conseguir coisas maiores. Temos o prazer de vigiar e punir apenas para derrubar as pessoas que nos incomodam e que nos atrapalham em nossos projetos maquiavélicos. É uma selva de pedra, onde um quer comer o outro.
Por fim, eu defendo uma nova sociedade, a de observar e educar. A sociedade que não estigma o conceito de certo e errado, mas de adequado e o inadequado. Nem sempre o certo é o adequado e nem sempre o errado é o inadequado. No fim de tudo, o respeito deve ser uma constante em todas as relações para que as mesmas se tornam harmônicas.
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Adorei, amigo!
vivemos em uma sociedade que torcemos contra os nossos semelhantes. Cada falha dele parece como uma grande vitória. Estamos esquecendo que a vida vai bem mais além do que um jogo de xadrez, onde o importante é o xeque-mate.
Bjs!