Está impregnado em nossa sociedade através depois de anos martelando na mente das pessoas a clássica frase “Use Camisinha”, de todas as maneiras, inclusive subliminar. Nada contra isso, pois AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis são realidade e realmente muita gente morreu por causa destas coisas. Mas há quem é do contra, afirmando que camisinha não protege como deveria ou até mesmo por motivos religiosos, afirmando que “camisinha não leva a Deus”. Mas creio que há muitas questões políticas em relação à camisinha, pois ela também é o melhor contraceptivo e graças a ela, diminui um pouco (não o suficiente) a explosão demográfica, contribuindo para a favelização dos grandes centros urbanos e a sobrecarga dos serviços públicos básicos como hospitais e escolas.
Particularmente não tenho nada contra a castidade, mas realmente, a disseminação da camisinha, inclusive através de campanhas subliminares martelando as nossas mentes, incentivando o uso da camisinha, também tem incentivado a banalização da sexualidade. Hoje é muito comum os jovens transarem com várias pessoas diferentes em um curto período de tempo, com se fossem prostitutas (a única diferença é que as prostitutas cobram pela diversão). Não estou sendo moralista e muito menos preconceituoso, mas isso é a realidade que infelizmente, não devemos fechar os nossos olhos pra ela, mas é aí que entra o Dilema da Camisinha, que é o título deste post.
O problema em questão não está na camisinha, e sim da maneira que a pessoa está lidando com a sua sexualidade. Os próprios médicos, cientistas e até mesmo a mídia defende que as pessoas devem ter parceiros fixos como forma de reduzir ao máximo a disseminação das doenças sexualmente transmissíveis. A camisinha, assim como o aborto, é uma questão saúde pública, de sociedade e de política também. Não devemos ignorar que em comunidades de baixa renda, há uma crescente explosão demográfica, e é raro ser por falta de informação, porque ações de educação sexual nestas comunidades, principalmente financiadas pelo governo e/ou pelas ONGs, não faltam.





